Viver com arte no arame do cotidiano
Viver é ser artista — e dos bons, daqueles que improvisam sem ensaio. Viver exige arte, jogo de cintura e, de preferência, um pouco de coragem (ou muita, dependendo do dia). Viver é se arriscar: é entrar no palco sem saber se a plateia vai aplaudir ou pedir bis… de silêncio. É nesse grande espetáculo…
A chapa 1 agradece
Gostaríamos de expressar nossa profunda gratidão a todos que depositaram seu voto de confiança na Chapa 1. A vitória que alcançamos não é apenas um resultado eleitoral, mas um convite à responsabilidade, ao diálogo e ao trabalho coletivo. Reconhecemos, com igual respeito, todos os estudantes e demais votantes que apoiaram a Chapa 2. A participação…
Gente boa, mas nem tanto.
É inegável a variedade de tipos de gente que existe mundo afora — das melhores às piores intenções, das atitudes mais nobres às mais mesquinhas. Entre esses dois extremos, há um grupo peculiar: a das chamadas “gente boa, mas nem tanto”. Não chegam a ser completamente más, mas são movidas por um interesse tão bem…
Modus in rebus
Sempre que a emoção bate à porta — seja trazendo boas notícias ou tempestades —, tento lembrar de uma velha máxima: modus in rebus. Há medida em tudo. O problema é que a emoção raramente lê latim. Mesmo assim, faço o ritual: abro a porta, deixo a emoção entrar e viro a vassoura de ponta-cabeça…
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